A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou um novo pedido de prisão domiciliar, no qual cita o agravamento do seu quadro de saúde depois de uma série de intervenções cirúrgicas recentes. Em mensagem divulgada na rede social X, o advogado Paulo Cunha Bueno afirmou que o pedido considera “a atualização e agravamento do quadro médico” e menciona riscos decorrentes da “falta de cuidados adequados”. Segundo ele, a solicitação também leva em conta “o paradigma da recente concessão do mesmo benefício ora pleiteado — pelo mesmo Ministro relator —, ao Presidente Fernando Collor de Mello”. A defesa destacou a conclusão de relatório médico assinado pelos médicos Claudio Birolini e Leandro Echenique. O documento ressalta que, “considerando a idade do paciente e as comorbidades conhecidas e documentadas”, a não adoção das medidas indicadas pode gerar “risco de incidência de sérias complicações”, entre elas pneumonia broncoaspirativa, insuficiência respiratória, acidente vascular cerebral, risco de quedas com traumatismos, piora da insuficiência renal, crises hipertensivas e declínio funcional. O advogado João Henrique de Freitas, que também defende Bolsonaro, informou a solicitação de “prisão domiciliar humanitária” e citou como precedente o caso de Collor. Segundo ele, “o quadro de apneia severa e pós-operatório complexo torna a custódia na PF incompatível com o seu quadro de saúde”. Na mesma publicação, afirmou que “a manutenção da prisão comum colocaria a vida dele em risco”. Esta matéria está em atualização. O post Defesa de Bolsonaro cita agravamento de saúde e pede prisão domiciliar apareceu primeiro em Revista Oeste .