A economia no ano eleitoral

O ano eleitoral de 2026 começa com algumas certezas. A volatilidade de ativos será grande. Juros futuros, Bolsa e dólar vão oscilar ao sabor das notícias, das pesquisas e dos debates. O ano agrícola não será tão bom quanto em 2025, mas não será ruim. Haverá uma queda dos juros, lenta, mas constante. A inflação ficará dentro do intervalo da meta, e o PIB terá crescimento moderado. No exterior a grande incerteza é a bolha que pode estourar na Bolsa americana. Por ser ano eleitoral, haverá mais pressão fiscal e o novo ministro da Fazenda, qualquer que ele seja, não terá nem de longe a força de Fernando Haddad no governo Lula. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.