Show de drones no réveillon com Alok: apresentação ao som de funk e fogos leva multidão ao êxtase nas areias de Copacabana; veja imagens

A virada para 2026 em Copacabana ganhou contornos futuristas e tecnológicos nessa madrugada de quinta-feira. Uma das atrações mais aguardadas do réveillon carioca, o DJ Alok subiu ao palco principal pouco antes das 2h e comandou um show que uniu música eletrônica, funk, fogos e um elaborado balé aéreo de 1.250 drones, levando milhões de pessoas ao êxtase nas areias da praia mais famosa do país. Réveillon em Copacabana: os pontos altos e baixos da festa de ano novo CLIQUE AQUI E VEJA NO MAPA DO CRIME DO RIO E DE NITERÓI COMO SÃO OS ROUBOS NO SEU BAIRRO Enquanto o DJ caminhava até a pick-up, o céu já dava sinais de que a apresentação iria além de um show musical. Em formação precisa, os drones desenharam mensagens luminosas convidando o público para a “rave Copa”, antecipando o clima de festa que tomaria conta da orla. Logo após, um rosto gigante surgiu no alto, desejando Feliz Ano Novo à multidão, em uma espécie de prólogo visual que marcou o início oficial do espetáculo. Foi lindo! Rio celebra 2026 com festa à altura de um ano especial Alok abriu o set com um remix potente que misturou funk a outros ritmos tipicamente brasileiros, como frevo e axé, reforçando a proposta de um show pensado especialmente para o Rio. À medida que as batidas ecoavam pela praia, as aeronaves dançavam no céu em sincronia, traduzindo a música em imagens que dialogavam diretamente com o cotidiano carioca. Show de drones, emoção e mais: como foram os shows do réveillon de Copacabana; fotos Cenas de altinho na areia, passinhos de funk e gestos típicos da praia surgiam sobre o mar, arrancando gritos e aplausos do público. Em seguida, o cotidiano deu lugar aos símbolos da cidade. Os drones formaram o Pão de Açúcar e, logo depois, o Cristo Redentor, imagem que Alok já havia adiantado, em entrevista ao GLOBO, como um dos momentos centrais da apresentação. — O show inteiro foi pensado para ser uma experiência de conexão com o público. É uma imagem que dialoga diretamente com a cidade e com o significado da virada do ano. Vale a pena prestar atenção em como luz, música e céu se integram para criar um momento de emoção, pausa e conexão coletiva, nas primeiras horas do ano novo — disse o DJ antes da festa, ao explicar a escolha do Cristo como símbolo do espetáculo. O impacto visual foi potencializado pela engenharia por trás da apresentação. Cada movimento dos drones seguiu rotas pré-programadas e monitoradas em tempo real, em um sistema integrado à trilha sonora e aos efeitos de luz do palco. Nada foi improvisado. Ensaios técnicos, ajustes de programação e protocolos rigorosos de segurança garantiram que o balé aéreo acontecesse de forma precisa e segura, mesmo diante de um dos maiores públicos do mundo. Após réveillon, público segue em Copacabana para primeiro dia de praia Com a areia tomada por gente pulando e cantando em coro, os drones desenharam um coração vermelho gigante no céu, acompanhado de uma declaração de amor à cidade. O momento, um dos mais celebrados da noite, sintetizou a proposta do show: unir tecnologia de ponta, identidade brasileira e emoção coletiva. — Gosto de começar o ano em estado de presença, agradecendo e mentalizando coisas boas. No show, quero desejar que a energia que estamos emanando ali se espalhe e nos acompanhe nos dias seguintes. Não é superstição, é um ritual de consciência, de alinhar intenção e propósito — afirmou. Galerias Relacionadas Ao longo de quase uma hora, Alok desfilou hits e manteve interação constante com o público, que resistiu ao cansaço e entoou, ao fim, o coro de “eu não vou embora”. Vestido com camiseta branca, calça jeans clara com detalhes prateados e óculos de lentes azuladas, o DJ reforçou a estética clean e futurista do palco, dominado por tons de branco e cinza e por mãos infláveis prateadas nas extremidades da mesa de som. Pé-Sujo & Pé-Limpo: O ano não vira. De copo na mão, a gente atravessa Outro ponto alto foi a abertura de um “portal” no céu de Copacabana, criado pelos drones, que serviu de transição para a entrada do cantor Bruno Martini. Juntos, os dois levaram a multidão a dançar ao som de “Hear Me Now”, um dos maiores sucessos da carreira de Alok. No chão, canhões de luz e painéis de LED acompanhavam o ritmo das batidas, “dançando” em cores como branco, azul, amarelo e muito vermelho — apontada por astrólogos como a cor de 2026. O resultado foi uma experiência imersiva, em que céu, palco e praia se fundiram em um único espetáculo sensorial. Após réveillon, público segue em Copacabana para primeiro dia de praia — Levar esse espetáculo para Copacabana é uma forma de potencializar esse sentimento coletivo e, também, de mostrar a potência criativa e tecnológica do Brasil para o mundo — concluiu o artista. Initial plugin text Initial plugin text