Oficialmente reconhecida pelo Guinness World Records como o maior réveillon do mundo, a festa da virada do ano em Copacabana reuniu 2,6 milhões de pessoas. O número superou o da passagem para 2025, quando o evento reuniu 2,5 milhões de moradores do Rio e turistas . Os cálculos são da prefeitura do Rio. O ponto alto da festa foi a queima de fogos histórica, que utilizou 19 balsas distribuídas ao longo da orla, quase o dobro do número usado no ano anterior e que iluminou o céu da cidade por 12 minutos. Segundo a prefeitura, é a maior já realizada no Rio. O público se espalhou pela praia, onde havias três palcos. O Rio, considerado o principal, foi montado em frente ao Copacabana Palace. Se somados os outros locais de comemorações organizados pelo município, o total chega a 5,1 milhões de pessoas que se divertiram com a chegada de 2026. Ao todo, 13 palcos foram espalhados na capital. “A virada de 2026 reuniu mais de 5,1 milhões de pessoas, entre cariocas e turistas, em 13 palcos espalhados pela cidade, consolidando mais uma vez a capital fluminense como o principal destino da virada no planeta", destaca a prefeitura em nota. Em Copacabana, o público se encantou depois da virada com o espetáculo que usou 1,2 mil drones , considerado a maior apresentação desses equipamentos realizada em eventos de grande porte na América Latina. Tudo ocorreu ao som do DJ Alok, enquanto no céu os drones formavam imagens em homenagem à cidade, como o Cristo Redentor e Pão de Açúcar, sincronizadas com a queima de fogos de artifício. Uma imagem que surpreendeu foi a projeção de um rosto humano que interagia com o público por meio de mensagens exibidas no ar. Os shows nos palcos animaram bastante o público de Copacabana. Gilberto Gil contou com a participação de Ney Matogrosso, o cantor Belo recebeu Alcione e os dois cantaram grandes sucessos de suas trajetórias. A apresentação de João Gomes teve a presença da cantora Iza. Bem emocionado, o cantor agradeceu a recepção do público no Rio, lembrando que a sua origem é Pernambuco, segundo ele, bem longe dali. No Palco Samba os destaques foram Roberta Sá, Mart’nália, Diogo Nogueira e Feijão e o Bloco da Preta. Como não podia faltar, as escolas de samba encerraram os show s nos palcos Rio e Samba com apresentações da Beija-Flor de Nilópolis e da Grande Rio, mantendo a animação de quem se recusava a deixar o local. A noite teve ainda espaço dedicado à música gospel. No Palco Leme, se apresentaram os cantores Midian Lima, Samuel Messias e Thalles Roberto, com encerramento do Grupo Marcados. Fora de Copacabana, nos outros dez palcos, o público se divertiu na Praia do Flamengo, na zona sul; no Parque Madureira, no Piscinão de Ramos, na Praia da Bica e na Penha, na zona norte; no Parque Realengo, no Parque Oeste, em Sepetiba, em Pedra de Guaratiba, na zona oeste e Praia da Moreninha, em Paquetá. De acordo com a prefeitura do Rio, cerca de 7,5 mil agentes, de 11 órgãos municipais, atuaram nas ações de transporte, fiscalização do trânsito, ordenamento urbano, limpeza, acolhimento, prevenção da violência contra a mulher, assistência social e atendimento de emergência . “O monitoramento do público contou com 700 câmeras, sendo 307 apenas em Copacabana, incluindo 14 novos equipamentos com superzoom, reforçando as ações de segurança ao longo da noite”, informou a administração municipal. As informações foram retiradas da Agência Brasil.