“O pior não aconteceu”, resumiu Guilherme Coelho, presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), ao avaliar o tarifaço americano que atingiu em cheio os exportadores brasileiros em julho. Essa é também a leitura predominante entre outros setores diretamente afetados, como café e máquinas e equipamentos, em relação à sobretaxa de 40% imposta pelo governo de Donald Trump e retirada de boa parte da pauta de exportações brasileiras para os Estados Unidos em novembro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.