Com a abertura do processo de classificação fica desde já estabelecida a proteção legal sobre a obra, reconhecendo-a como parte do património cultural do país e definindo condições para a sua preservação e fruição. O quadro foi alvo de polémica, em 2023-2024 , quando a então Direção-Geral do Património Cultural decidiu autorizar a sua saída do país, contrariando pareceres de especialistas.