Presidente da República devolveu ao Governo três diplomas estruturantes da reforma na saúde para "aperfeiçoamento". Em causa estão os decretos sobre os médicos prestadores de serviços (os tarefeiros), as urgências regionais de obstetrícia e o novo Sistema Nacional de Acesso à Consulta e Cirurgia (SINACC), que substitui o atual SIGIC. Federação Nacional dos Médicos denuncia "falta de transparência no processo negocial" e defende que os diplomas do Executivo partem de uma "premissa errada e ideologicamente enviesada".