Protagonismo climático e retrocessos legais: Confira o paradoxo ambiental do Brasil em 2025 e os riscos para 2026

O ano em que o Brasil retomou o protagonismo global na agenda ambiental — com uma redução histórica do desmatamento, queda de cerca de 50% na Amazônia entre 2023 e 2025, e a presidência da COP 30, em Belém, de onde saiu uma proposta firme de construção de um mapa do caminho para o fim dos combustíveis fósseis — foi também marcado por fortes retrocessos na legislação ambiental. E os riscos de novos retrocessos permanecem em 2026. Suely Araújo, coordenadora de Políticas Públicas do Observatório do Clima e ex-presidente do Ibama, alerta que anos eleitorais tendem a agravar esse cenário. O primeiro baque, afirma, já ocorreu com a entrada em vigor, no dia 1º, de uma nova legislação do Mato Grosso que retira benefícios fiscais de empresas que aderiram à Moratória da Soja — acordo que vem garantindo a redução do desmatamento sem impedir a expansão da produção agrícola. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.