Agora vamos aos fatos, porque a realidade às vezes supera qualquer roteiro de humor político. Jair Bolsonaro começou 2026 com o pé direito, literalmente. No mesmo dia em que deixou o hospital, o ex-presidente acertou a quadra da Mega da Virada em um bolão feito com o irmão, Renato Bolsonaro, e um assessor. Até aí, tudo normal. O detalhe que deixou o país em modo choque foi o número escolhido: 13. Sim, o 13. O número que simboliza o PT, partido do seu maior adversário político, Lula. E não é que o número deu sorte? A aposta conjunta trouxe os números 06, 13, 21, 22, 32 e 59. Quatro deles bateram no sorteio oficial. Resultado: prêmio dividido, R$ 216 no total, R$ 72 para cada integrante do bolão. O valor não muda a vida de ninguém, mas o simbolismo… ah, esse rende pauta, conversa de bar e muita ironia. Nas redes, o irmão Renato não perdeu tempo e publicou o comprovante do jogo, contando que o grupo costuma apostar junto todos os anos. Segundo ele, essa já é a segunda vez consecutiva que acertam a quadra. Sorte recorrente ou mão quente de réveillon? Fica a dúvida. O que mais chamou atenção foi justamente a presença do 13 no bilhete. O número que Bolsonaro sempre evitou virou, desta vez, o responsável por colocar dinheiro no bolso. E como se não bastasse, ainda rolou provocação: Renato chegou a brincar que em 2026 o 22 pode dar sorte também. A internet, claro, fez a festa. Entre coincidência, ironia e aquela pitada de deboche que o brasileiro adora, o episódio virou assunto nas redes e ganhou espaço nos portais. Porque no Brasil, até a Mega da Virada resolve entrar no roteiro político. No fim das contas, Bolsonaro não levou o prêmio milionário, mas levou algo talvez mais valioso: um capítulo curioso para a coleção de histórias improváveis da política nacional. E tudo isso graças ao número que, teoricamente, ele nunca jogaria. Vai entender o destino. Ou a loteria.