Em 2011, quase ninguém dava bola para Jair Bolsonaro. Desprezado pelos jornais, o deputado do baixo clero contentava-se em ser entrevistado em programas humorísticos e de auditório, cuja audiência ajudava a levantar com respostas do tipo: não, ele não participaria de uma parada gay, acreditava “em Deus e na preservação da família” e não tinha o hábito de promover “maus costumes”. Eram falas sem grandes consequências porque Bolsonaro não era levado a sério —tratava-se praticamente de um zé-ninguém. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.