Nas miudezas, a vida prestou em 2025

Luiz Antonio Simas, autodefinido como historiador das miudezas, estuda, escreve, ensina sobre foliões anônimos, bêbados líricos, jogadores de futebol de várzea, clubes pequenos, caminhoneiros, retirantes, devotos, iaôs, ogãs, feirantes, motoristas, capoeiras, jongueiros, pretos velhos, cordelistas, meninos descalços, goleiros frangueiros, romances de subúrbio. O rol está em “Pedrinhas miudinhas – Ensaios sobre ruas, aldeias e terreiros” (Mórula, 2013), que voltei a folhear pensando no meu próprio inventário de virada de ano. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.