Os detalhes da primeira foto de Maduro capturado pelos EUA Arte/g1 Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, foi capturado neste sábado (3) na maior operação que os Estados Unidos fizeram desde a Segunda Guerra Mundial, segundo Donald Trump. Trump também divulgou, em um post na rede Truth Social, a primeira imagem de Maduro após a captura, a bordo do navio USS Iwo Jima. A foto, sem detalhes sobre o momento em que foi tirada, mostra Nicolás Maduro imobilizado e com sentidos bloqueados, especialmente a visão e a audição. Não há informações ou outras imagens sobre a primeira-dama da Venezuela, Cilia Flores, capturada com o marido. A imprensa dos Estados Unidos afirma que Maduro e sua esposa foram "arrastados do quarto" durante o ataque, ocorrido na madrugada de sábado em um complexo militar em Caracas. Por isso, Maduro foi surpreendido ou estava dormindo, o que explicaria o moletom cinza usado por ele. AO VIVO: Acompanhe as últimas notícias em tempo real ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Outros itens são utilizados para privação sensorial durante o transporte de prisioneiros de alta segurança, como: Fones de ouvido para bloquear sons e impedir o entendimento do ambiente; Óculos escuros que impedem completamente a visão, bloqueando também as laterais e a parte superior dos olhos. Maduro está algemado? Aparentemente sim. A imagem não mostra muitos detalhes, mas a posição dos braços e possíveis algemas sob as mangas sugerem restrição. Ele mantém algum nível de mobilidade dos braços, já que segura uma garrafinha de água. Outros detalhes da foto indicam que Maduro, em pé, pode estar preso também pela cintura, ficando restrito à parede onde está encostado. Um objeto cinza sobre os ombros sugere outra restrição de movimentos. Maduro e a esposa estão a caminho de Nova York, onde devem ser indiciados pela justiça dos Estados Unidos. Trump divulga imagem de Nicolás Maduro a bordo do USS Iwo Jima Transmissão 'ao vivo' da captura Donald Trump disse no sábado à rede de TV Fox News que assistiu ao vivo à captura de Nicolás Maduro, transmitida por agentes que participaram da missão em Caracas. "Foi como ver um programa televisivo", afirmou. O presidente norte-americano declarou ainda que o ataque dos EUA à Venezuela estava previsto para ocorrer quatro dias atrás, mas foi adiado devido a condições climáticas. Acrescentou que chegou a falar com Maduro uma semana atrás, quando o venezuelano supostamente tentou negociar uma saída pacífica do poder. "Eles quiseram negociar no final, mas eu não queria", disse ele na entrevista.