Tyson Fury confirmou oficialmente, neste domingo (4), que voltará a lutar em 2026, encerrando mais um período de aposentadoria anunciado em janeiro do ano passado, após a segunda derrota consecutiva para o ucraniano Oleksandr Usyk. Aos 37 anos, o britânico conhecido como “Rei Cigano” voltou a movimentar o cenário dos pesos-pesados ao afirmar que ainda se sente em plena atividade. A possibilidade de retorno vinha sendo alimentada desde o fim de 2025, quando Fury passou a publicar vídeos de treinamento e a insinuar uma volta ao afirmar que “o rei deve retornar ao seu trono”. A confirmação veio apenas quatro dias após o início do novo ano, em uma publicação nas redes sociais. Em um vídeo divulgado no Instagram, Fury escreveu que “2026 é o ano do retorno do Mac” e declarou estar de volta após um período afastado. No texto, afirmou que segue competitivo aos 37 anos e ironizou a própria profissão ao dizer que não há nada melhor do que “dar socos na cara de homens e ainda ser pago por isso”. Confira a publicação: Initial plugin text Expectativa por datas e adversários A reação dos fãs foi imediata, com milhares de comentários celebrando o anúncio e exaltando o britânico como um dos grandes nomes de sua geração. As manifestações reforçaram a popularidade de Fury mesmo após derrotas recentes e sucessivas aposentadorias anunciadas ao longo da carreira. Segundo informações do site SunSport, o retorno do ex-campeão mundial do WBC já estaria sendo planejado pelo dirigente saudita Turki Alalshikh, com previsão de luta em abril. Entre as possibilidades discutidas está um novo evento no Tottenham Hotspur Stadium, palco de uma vitória dominante de Fury sobre Derek Chisora no passado. Um confronto aguardado há anos contra o também britânico Anthony Joshua chegou a ser projetado para setembro, mas o futuro do rival permanece indefinido. Joshua, de 36 anos, enfrenta um momento delicado após perder dois integrantes de sua equipe e amigos próximos em um acidente fatal na Nigéria, no início da semana; ele sofreu apenas ferimentos leves, enquanto Latif Ayodele e Sina Ghami morreram no local.