As operações americanas na Venezuela e a ameaça sobre o Irão incluem-se numa doutrina que pode marcar 2026 e que um estratego dos EUA - que resolveu permanecer incógnito - chama de "intervencionismo pacifista". No fundo, trata-se de conciliar as proclamações de paz de Trump e a sua necessidade de justificar a existências das maiores forças armadas do mundo.