Viajar a Paris ia além de uma extravagância. Lá pulsava mais forte seu sangue cultural. Fechar os olhos no Jardim de Luxemburgo era transportar a coreografa da bailarina norte-americana Isadora Duncan (1877-1927), o retrato na sala de casa, para o grande parque parisiense, onde ela costumava dançar (e ele também). Leia mais (01/04/2026 - 16h00)