Denis Gonçalves, luso-venezuelano, descreve um cenário "tranquilo" nas ruas, mas de apreensão: as corridas ao supermercado podem levar rapidamente a falta de alimentos e ainda há muitos problemas na rede elétrica e de comunicações móveis. Em muitas lojas, só se entra depois de bater à porta e as escolas e universidades não sabem quando reabrem.