Do “narcotraficante sanguinário” à “lei do mais forte”, da “jarra de enfeitar” ao “árbitro equidistante”, do “facilitador de negócios” à “lama e ordinarice”: e assim acabaram os debates

No último e mais longo debate de todos, com os 11 candidatos presidenciais frente a frente, a noite abriu com a captura de Maduro e o medo de um mundo onde “não há direito”, passou pela pergunta sobre que Presidente cada um quer ser e aterrou na economia e na imigração, entre a promessa de “intervenção”, o apelo ao “árbitro equidistante” e a ideia de que Portugal “precisa de imigrantes”. No fecho, quando listaram o que faltou discutir, ficou também a fronteira, mais ou menos nítida, entre as causas de Belém e as matérias do Governo