Funcionários mortos no Shopping Tijuca apontaram 'potencial risco de incêndio' em vistoria na loja dias antes da tragédia

O supervisor Anderson Aguiar do Prado e a brigadista Emellyn Silva Aguia, que morreram no incêndio no Shopping Tijuca, na Zona Norte do Rio, na última sexta-feira, foram os responsáveis por uma vistoria que identificou diversos riscos na loja Bell’Art, localizada no subsolo, onde o fogo começou, no dia 2. O relatório, elaborado seis dias antes do incêndio, apontava falhas que, segundo os profissionais, aumentavam o risco de ocorrência de fogo. O GLOBO teve acesso ao documento, que está com a Polícia Civil, responsável pela investigação do caso. Com fotos e descrições detalhadas, o relatório alertava para a presença de materiais combustíveis em áreas técnicas, detectores de incêndio inoperantes e produtos estocados acima da altura permitida dos bicos do sistema de sprinklers, utilizado no primeiro combate às chamas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.