“Há um interesse muito visível da Rússia e da China no Ártico. E há ameaças associadas a esta presença”

Em entrevista ao Expresso, a secretária-geral adjunta da NATO, Radmila Šekerinska, insiste na necessidade de um investimento militar robusto da Aliança face à crescente agressividade russa e chinesa. Quer uma solução negociada para a Gronelândia e alerta que o cessar das hostilidades na Ucrânia não mudará o comportamento agressivo da Rússia