A desigualdade brasileira não é um desvio de percurso, é o centro de um contexto perverso que atravessa nosso caminho desde a chegada dos portugueses. Como aprendemos com Florestan Fernandes, no Brasil a desigualdade não é um acidente, é um projeto. Começar a reflexão sobre 2025 por essa constatação não é retórica. É método. Leia mais (01/10/2026 - 22h00)