Prefeitura de Santos mapeia focos de larvas no combate à dengue A Secretaria de Saúde de Santos, no litoral de São Paulo, vai mapear as áreas de maior concentração de larvas e mosquitos da dengue durante a primeira Avaliação de Densidade Larvária do ano. A pesquisa, realizada em diversos bairros, busca definir áreas com maior risco de doenças transmitidas por mosquitos, prevenindo novos casos. O levantamento ocorre até o dia 20 de janeiro. Em entrevista à TV Tribuna, afiliada da Globo, o secretário de Saúde de Santos, Fábio Lopez, citou uma redução de 10% nos casos de dengue de 2024 para 2025, o que considerou resultado da cooperação entre os moradores e o poder público. Segundo a prefeitura, no ano passado foram contabilizados 4.772 casos de dengue e 412 casos de Chikungunya. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Segundo Lopez, o mapeamento é importante para planejar as ações que serão desenvolvidas ao longo do ano, assim como para a escalação dos agentes que vão participar dos mutirões, programados para ocorrer ao final do processo. De acordo com a administração municipal, no momento, a vacinação contra dengue é destinada ao público de 10 a 14 anos e ocorre em todas as policlínicas da cidade, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h. Aedes aegypti, principal espécie transmissora da dengue Jornal Nacional/ Reprodução Dengue O vírus da dengue é transmitido pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti e possui quatro sorotipos diferentes: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4 - todos podem causar as diferentes formas da doença. Todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis à doença, porém as pessoas mais velhas e aquelas que possuem doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, têm maior risco de evoluir para casos graves e outras complicações que podem levar à morte. Principais sintomas: Febre alta > 38 °C Dor no corpo e articulações Dor atrás dos olhos Mal-estar Falta de apetite Dor de cabeça Manchas vermelhas no corpo A infecção também pode ser assintomática ou apresentar quadro leve. A forma grave da doença inclui dor abdominal intensa e contínua, náuseas, vômitos persistentes e sangramento de mucosas.