Num país mergulhado em protestos nacionais, repressão violenta e apagões digitais, o regime afirma estar preparado para a guerra e, em simultâneo, disponível para negociar com os Estados Unidos. Com centenas de mortos, milhares de detenções e um aparelho de segurança ainda coeso, o desfecho da crise pode alterar-se rapidamente, contando tanto com o ímpeto nas ruas de Teerão como dos corredores de poder em Washington