Ao longo das últimas décadas, a discussão sobre a velhice e o envelhecimento deixou de se limitar à perda de capacidades físicas e passou a incluir criatividade, propósito, participação social e valores humanos, compreendendo a velhice como fase fértil em que corpo, mente, história, cultura, afetos e sociedade se entrelaçam na perspectiva do pensamento complexo de Edgar... The post Edgar Morin (104 anos), filósofo, sobre a felicidade: “A velhice é um terreno fértil para a criação e a rebelião” appeared first on O Antagonista .