Eduardo Paes comentou a reportagem do GLOBO desta terça (13) que aborda as construções irregulares de quiosques que, indevidamente, avanças sobre as areias das praias cariocas e sobre a cobrança de preços abusivos nos locais. Durante a coletiva de lançamento do novo programa de inteligência do Civitas, no Centro de Operações, na Cidade Nova, o chefe do executivo admitiu que a prefeitura cometeu falhas na fiscalização e fez um pedido para que donos de quiosques retirem as estruturas para não terem mais prejuízos. Como O GLOBO noticiou nesta terça, na Barra da Tijuca e no Recreio dos Bandeirantes, construções irregulares avançam sobre a areia, com espécies de “platôs”, cercadas por pequenos troncos de árvore. É como se fossem anexos: a areia é nivelada à calçada e cria-se um “quintal” do quiosque. Ali, os donos dos módulos colocam estruturas como mesas, cadeiras e guarda-sóis. Um deles, o Katukas, no Recreio, cobra R$ 800 para usar um sofá e uma poltrona, que ficam nesse “deque”, em dias de eventos ou com música ao vivo, a partir de quinta-feira. O valor pode ser revertido em consumação. Já na Barra, no quiosque Clássico Beach Club, as espreguiçadeiras ficam dispostas em cima de uma espécie de duna. O uso diário, que custa R$ 350, dá direito a uma garrafa de vinho e à conversão do valor em consumação no quiosque. O anexo ainda tem mesas e cadeiras na areia. Leia a reportagem aqui.