Gronelândia. Interesse dos EUA gera "inquietação", mas "não é levado a sério como deveria"

A Renascença falou com portugueses em Copenhaga: uma gestora de patente industrial, um consultor farmacêutico e um especialista em relações internacionais. Admitem que os dinamarqueses estão habituados à discussão sobre o controlo da Gronelândia. Mas o ponto é outro: Trump pode ser imprevisível, "não sabemos o que pode fazer amanhã".