Grupos criminosos sentem-se "mais à-vontade" para exibir as armas de fogo que servem para "dividir" e "conquistar" territórios

Presidentes dos dois principais observatórios de segurança e criminalidade apontam o dedo a redes criminosas como o PCC e ao tráfico de armas oriundas dos Balcãs para explicar o fenómeno de exibição e disparo de armas automáticas à luz do dia na Grande Lisboa e no Algarve