'PEÇA INFANTIL – A Vida e as Opiniões do Cavalheiro Roobertchay' marca a estreia de Chay Suede no palco

Figura conhecida nas nossas telas, Chay Suede faz sua estreia nos palcos no dia 15 de janeiro, no Teatro Casa Grande, no Leblon. “PEÇA INFANTIL – A Vida e as Opiniões do Cavalheiro Roobertchay” é um espetáculo adulto, humorístico–filosófico, que recria, de forma livre e nada literal, passagens da infância e adolescência do ator, misturadas a referências de obras clássicas da literatura. A proposta da peça é um passeio pela formação e pelas histórias inacreditáveis de um personagem apresentada como Cavalheiro Roobertchay, livremente inspirado em histórias reais e seguramente baseado em histórias irreais. Sob a direção provocadora de Felipe Hirsch, em diálogo com o texto afiado desenvolvido ao lado de Caetano W. Galindo, a peça desperta uma nova faceta artística de Chay Suede, que demonstra maturidade cênica ao transitar entre a realidade "crua" de sua própria história e um imaginário literário e fantasioso que ainda o habita. Inspirada em romances como ‘A vida e as opiniões do cavalheiro Tristram Shandy’ (Laurence Sterne) e ‘Memórias póstumas de Brás Cubas’ (Machado de Assis), a peça transforma o conceito tradicional de biografia ou autoficção. Conforme realidade e imaginação se entrelaçam, a figura pública e o indivíduo privado são deslocados para um novo território: o do Cavalheiro Roobertchay. Em certa altura, o personagem diz: “Tudo é mentira, menos o que parece mentira. Tudo é verdade, menos a verdade”. “A narrativa assume a forma de um pseudo-documentário, em que verdade e invenção se confundem. Com humor, poesia e certa estranheza deliberada, o público acompanha doze fragmentos breves que ressoam experiências pessoais do ator, ampliadas para discutir alguns dos grandes temas do nosso tempo: fama, influência, autenticidade, narcisismo, consumismo e a mercantilização da imagem.”, defende Felipe Hirsch, experiente diretor de cinema e teatro que assina a montagem. “O Cavalheiro Roobertchay é herói, anti-herói, meta-herói e vilão. A peça não tem uma postura crítica, nem celebratória — ou talvez tenha todas ao mesmo tempo. Trabalhamos numa zona que provoca os sentidos, difícil entender o Cavalheiro, como é difícil entender o nosso próprio mundo.”, complementa Caetano W. Galind, também responsável pela dramaturgia do espetáculo. “E é com essa curiosidade que nos deparamos com o relato, por vezes incrível e ao mesmo tempo fidelíssimo das venturas e desventuras que cercaram nosso herói desde antes de sua concepção até o brilho de suas estrelas nos dias de hoje. As agruras e doçuras que geraram o menino Cavalheiro Roobertchay e culminaram, ainda não se sabe ao certo como, por transformá-lo diante dos nossos olhos em um exemplo de sucesso, que agora retorna às origens da história.”, finaliza Chay Suede, empolgado em desbravar todas as suas potencialidades enquanto artista. A peça provoca e intriga o público com o formato de um pseudo-documentário, onde o que é verdade e o que não é se confundem. E é a partir dessa curiosidade que se constrói um relato, por vezes incrível e, ao mesmo tempo, fidelíssimo, das venturas e desventuras que cercaram nosso herói desde antes de sua concepção até o brilho de suas estrelas nos dias de hoje: as agruras e doçuras que deram origem ao menino Cavalheiro Roobertchay. Depois das apresentações em solo carioca, Chay monta novamente em seu cavalo e parte rumo ao próximo destino, com temporada em São Paulo. A peça constrói um território próprio em cena, onde lembranças viram objetos de cena e a literatura funciona como bússola. Aproveite o desconto especial do Clube O GLOBO para embarcar nessa viagem fascinante ao lado do quimérico Cavalheiro, seguindo percursos entre memória e imaginação! Ficou curioso? Confira as condições gerais aqui! "Peça infantil — A vida e as opiniões do Cavalheiro Roobertchay", com Chay Suede