Mais do que comprovar-se como detentor de um dos maiores faros jornalísticos em seu nem tão recente “Bartlerby e eu”, em que revela o quanto pessoas comuns podem ter vidas extraordinárias, Gay Talese instala-se em nossas cabeças e dirige nossos olhares para além daquilo que vemos. Ainda quando lia, refazia meus juramentos um tanto adormecidos de caçador de histórias e observava a luz que vem das frestas, aquelas ao lado da porta principal. Aquelas que quase ninguém vê. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.