O Banco Master concedia empréstimos para algumas empresas que não pagavam as parcelas, gerando assim uma receita somente no papel, aponta investigação do Ministério Público Federal (MPF). O valor dessas operações de crédito era repassado, em poucos minutos, quase que integralmente, a fundos administrados pela gestora de recursos Reag, que simulavam uma rentabilidade irreal. Ao final, o dinheiro voltava para a própria instituição financeira em aplicações. Esse fluxo financeiro entrou na mira da Polícia Federal, que deflagrou uma operação para apurar suspeitas de gestão fraudulenta, manipulação de mercado e lavagem de capitais. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.