Azita, uma jovem iraniana que escrevia de Teerã para um jornal israelense, não é apenas mais um nome numa lista de milhares de vítimas da opressão da ditadura iraniana . Ela morreu, segundo relato de um ativista local, enquanto protestava contra as condições políticas e sociais de seu país -enfrentando forças de segurança que usaram munição real e violência extrema para dispersar manifestantes. Uma voz rara, que tentava traduzir a vida de milhões de iranianos em palavras que o mundo pudesse ouvir, acabou silenciada pelo regime que ousou denunciar. Leia mais (01/15/2026 - 22h00)