Direito a morte digna não é negação da vida

Defender o direito a uma morte digna não é negar o valor da vida — é recusar a ideia de que estar vivo, por si só, seja sempre um bem absoluto. A experiência humana não se mede apenas pela persistência orgânica, mas também pela possibilidade de sentido, autonomia e integridade. Quando viver se transforma em simples manutenção, talvez o desrespeito não esteja no fim, e sim na insistência em não o admitir. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.