As histórias de verão no Rio de Cabeludo, ex-jogador de futebol que virou personalidade da internet por comentários hilários durante partidas de vôlei de praia

Sacadas divertidas de um ex-jogador de futebol do Flamengo e hoje rato de praia das redes de vôlei de Copacabana despertam, na internet, a curiosidade de milhões de pessoas. O entrevistado de hoje no especial “Mil e uma histórias de verão”, nas redes sociais do GLOBO, é Jayr Mazzoni, mais conhecido nas areias como o Cabeludo Raiz. Personalidades abrem suas memórias de verões no Rio em vídeos do GLOBO. Fernando Gabeira é o primeiro; assista Verão 2026: assistir a show direto da piscina, hidratante labial para beijar na boca e mais hits da nova estação no Rio Na internet, seus comentários ao jogar as partidas — críticas debochadas e xingamentos — dão o tom do jeitão carioca informal de se relacionar fraternalmente. A repercussão das tiradas impulsiona até interação de jogadores famosos de futebol com desabafos em suas mensagens privadas nas redes sociais. — Eles me dizem: “Eu queria poder dizer isso aos caras que jogam comigo”. Desabafam... É engraçado (risos) — diz o cabeludo de 67 anos. — Aqui jogamos vôlei na categoria sub-óbito. Para entrar, tem que ter vertigem, labirintite... Influenciador da terceira idade faz sucesso no vôlei de Copa O Cabeludo Raiz fez carreira como preparador físico de clubes, após trajetória como jogador do Flamengo e de times da África e da Ásia. No Rio, há mais de 40 anos frequentando as areias e as ruas à beira-mar, ele coleciona “causos”, como o de um empresário de futebol e um estrangeiro que o procuraram com a ideia de ligar para garotas de programa de Copacabana e conferir seus serviços: — Aqui todo mundo convive: no prédio tem padre, bispo, prostituta, traficante, policial, professor. Em Copacabana, acontece de tudo... E chega muita gente de fora. Jayr Mazzoni, mais conhecido nas areias como o Cabeludo Raiz Leo Martins O Cabeludo fala também dos verões recentes, desta semana ou do ano passado, em que situações cotidianas trazem a leveza do viver na terceira idade. — O objetivo de montar a rede e vir para cá não é nem tanto o jogo. A gente vem às vezes para poder fazer a besteira depois: tomar cerveja, comer pastel ou ver passar aquela mulher que nunca vai ser nossa — diz.