Prémio Laranja Amarga para a mediocridade paroquial da política externa portuguesa

Por ser o rosto da inexistência e timorata cobardia de Portugal em cenários tão diferentes como o da Venezuela, da defesa das liberdades cívicas e da autonomia do sistema financeiro nos Estados Unidos, da soberania e solidariedade entre aliados na Gronelândia ou na defesa dos direitos humanos e da democracia na Guiné-Bissau, o ministro Paulo Rangel, sempre muito ativo na campanha de Marques Mendes, merece o prémio Laranja Amarga pela ação do Governo nesta semana de alto risco à escala global O conteúdo Prémio Laranja Amarga para a mediocridade paroquial da política externa portuguesa aparece primeiro em Visão .