Gabriela, participante do "BBB 26" que ainda disputa uma das últimas vagas para entrar na casa, compartilhou com os colegas uma situação comum em encontros: o desconforto de dividir a conta. No relato da estudante de psicologia, o rapaz fechou a cara ao ver que o valor total era R$ 149 e, para garantir a divisão, precisou roteá-la a própria internet para que a vendedora ambulante fizesse um Pix. Entenda o quadro de enxaqueca que fez Elisa Klein deixar o 'BBB 26' e veja como identificar os gatilhos Saiba por que Solange Couto, do 'BBB 26', já precisou refazer o umbigo duas vezes Pesquisadores apontam que situações como a relatada por Gabriela fazem parte da diversidade de experiências em encontros e parcerias. Cada pessoa lida de maneira diferente com expectativas, divisão de despesas e dinâmica social durante esses encontros. Caio Bittencourt, especialista em comportamento afetivo e relacionamentos, explica que, ao escolher um parceiro, é importante considerar aspectos práticos além do afeto. "Pode soar clichê, mas amor sozinho não coloca comida na mesa. Mulheres determinadas sabem o seu valor e não aceitam estar com alguém que não possa oferecer uma vida confortável, como acontece com as adeptas à hipergamia feminina", observa. Em alguns formatos específicos de relacionamento, como o modelo sugar, os encontros são organizados a partir de acordos claros. Cada parte define previamente suas expectativas e responsabilidades, incluindo benefícios como jantares, experiências e presentes, evitando situações constrangedoras ou surpresas. O episódio vivido por Gabriela evidencia diferentes experiências em encontros e relacionamentos. Enquanto alguns encontros podem gerar situações desconfortáveis, modelos como o sugar propõem um formato estruturado, com acordos transparentes e responsabilidades previamente definidas.