Mulher tem apartamento invadido e é estuprada após voltar de academia no AC; suspeito foi preso

Imagem da câmera de segurança mostra suspeito no portão do residencial onde a vítima mora Reprodução Uma mulher foi vítima de estupro e roubo ao ter o apartamento invadido por um homem em situação de rua em Rio Branco nessa quinta-feira (15). Ele foi preso por uma policial civil nas proximidades do Instituto Médico Legal (IML) no início da tarde do mesmo dia. A vítima tinha chegado da academia quando foi surpreendida pelo criminoso dentro do apartamento com uma faca. ✅ Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Ao g1, o delegado Roberth Alencar contou que o suspeito vive perambulando pela redondeza do apartamento da vítima. Diariamente, a mulher sai para a academia a pé em razão de ser próximo de onde mora. O suspeito, segundo a autoridade policial, é usuário de drogas e observava a rotina da vítima. Violência contra mulher: como pedir ajuda "Ele vive sob efeitos de entopercentes e de bebidas alcoólicas, sempre na mesma redondeza, via ela passando todos os dias e quando ela entrou, ele forçou o portão pequeno que fica no portão maior, que coincidentemente estava aberto, entrou e invadiu o apartamento dela", contou. LEIA TAMBÉM: Pai flagra tentativa de estupro contra filha de 9 anos e agride suspeito com capacete no AC Condenado por estuprar sobrinha é preso 15 anos após crime no Acre Idoso pega mais de 70 anos de prisão por estuprar quatro meninas bolivianas no Acre Ao entrar, o criminoso usou uma faca para ameaçar a vítima. O delegado explicou que o homem pegou alguns pertences da mulher e a amarrou. Toda a ação durou cerca de 15 minutos, conforme Roberth. "Durante o assalto ele praticou o estupro. Temos imagens da entrada e saída dele e sabemos que durou cerca de 15 minutos. Não levou o celular dela porque sabe que pode ser rastreado e é mais difícil vender. Quando ele foi embora, ela pediu ajuda", descreveu. Prisão do suspeito Ainda conforme o delegado, a vítima procurou a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), registrou um boletim de ocorrência e foi acompanhada por uma equipe policial até o IML para exames de corpo de delito. Ele foi preso por uma policial que acompanhava a vítima nos procedimentos. "Estavam sendo feitas diligências para localizá-lo, ela levou o vídeo, que pediu ao proprietário do imóvel, da entrada dele no local e já tínhamos a identificação. Enquanto estávamos tentando prendê-lo, a vítima foi para o IML, a policial viu ele nas proximidades e e deu voz de prisão", complementou o delegado. Roberth Alencar destacou que o suspeito resistiu à prisão e foi levado para dentro do IML enquanto a policial aguardava a chegada da viatura para levá-lo à Deam. "Ele estava embriagado, tinha usado o dinheiro dos objetos vendidos, mas ainda estava com um deles em posse, então, temos ali o flagrante configurado", disse. Durante pesquisas pelo sistema da polícia, a equipe descobriu que o suspeito foi preso há 11 anos pelo estupro de duas adolescentes. "É um caso grave que envolve uma pessoa em situação de rua. A gente fica preocupado enquanto integrante da segurança pública porque são pessoas em situação de rua que estão circulando por aí e sabemos que isso é um problema social e de saúde", criticou. A PM do Acre disponibiliza os seguintes números para denunciar casos de violência contra a mulher: (68) 99609-3901 (68) 99611-3224 (68) 99610-4372 (68) 99614-2935 Veja outras formas de denunciar: Polícia Militar - 190: quando a mulher está correndo risco imediato; Samu - 192: para pedidos de socorro urgentes; Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres; Qualquer delegacia de polícia; Secretaria de Estado da Mulher (Semulher): recebe denúncias de violações de direitos da mulher no Acre. Telefone: (68) 99930-0420. Endereço: Travessa João XXIII, 1137, Village Wilde Maciel. Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa; Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia; WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos: (61) 99656- 5008; Ministério Público; Videochamada em Língua Brasileira de Sinais (Libras). Reveja os telejornais do Acre