João Vieira Borges defende uma voz da Europa mais forte face aos discursos de Trump, lembrando o seu poder militar. Defende preparação militar para a ocupação americana da Gronelândia e uma atenção especial, sobretudo diplomática, à questão dos Açores. No plano do recrutamento, insiste no modelo austríaco de Serviço Cívico no Estado, não exclusivamente na dimensão militar e apela à atualização do Conceito Estratégico de Defesa Nacional.