Em um continente politicamente fragmentado e marcado pelo avanço de governos alinhados aos Estados Unidos, a intervenção militar americana na Venezuela expôs os limites da diplomacia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na América Latina, especialmente na América do Sul. Desde o início do terceiro mandato, em 2023, o mandatário buscou reafirmar a liderança regional do Brasil, apostando em diálogo e mediação como instrumentos para conter tensões e reconstruir mecanismos de coordenação política que existiam em seus dois primeiros mandatos. Interlocutores do governo ouvidos pelo GLOBO admitem que o presidente não conseguiu alcançar os objetivos pretendidos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.