Ainda acho graça quando vejo gente grande, com uma longa ficha de pecados, creditar os rumos da própria vida ao Papai do Céu. É como se, as vésperas do fim do mundo, por afeto ou pena, Deus se sentisse obrigado a parar seus afazeres para resolver a infiltração do banheiro de Fulano, dar uma forcinha na carreira de Beltrano ou curar a dor de cotovelo de Sicrano. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.