Nos últimos anos, artistas e criadores viraram operadores de si mesmos. Acordam de olho na métrica, almoçam com a agenda de posts, jantam uma participação “estrategicamente” sugerida e, quando ameaçam dormir, lembram que não fizeram a trend do dia. A indústria chama isso de “profissionalização”. Os algoritmos, de “relevância”. O público, quando muito, de “conteúdo”. Falta uma palavra importante nessa cadeia: arte. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.