Uma coleção de arte que mede o pulso do nosso tempo

Há mais de 40 anos que José Carlos Santana Pinto norteia a sua existência pelo colecionismo. Pela ideia da arte como interpelação. “O belo tem de fazer perguntas”, diz. Mas não se pense que o “belo” que o move é linear, óbvio, figurativo. É muitas vezes perturbador. Como a vida.