Marcas da pandemia persistem

Cinco anos atrás, no réveillon de 2021, sob a pandemia, milhões desceram ao litoral paulista, depois de meses intermináveis de congelamento da vida social. A peregrinação foi acompanhada de sombrias admoestações de especialistas e jornalistas. Mas a maior onda de infecções e óbitos chegou um ano depois, no verão de 2022, pelas artimanhas da biologia, com a variante ômicron. Já quase esquecemos aquilo, exilando a Covid-19 para o rodapé da História. O pesadelo passou, sem deixar os rastros previstos —exceto um, que ninguém profetizou. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.