“Não vou antecipar decisões que o Conselho Europeu tomará, ao nível dos primeiros-ministros e dos chefes de governo, mas tem de ser uma resposta unida e uma resposta bastante forte porque há linhas que não se ultrapassam e a soberania dos Estados é uma dessas”, disse o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, em Bruxelas.