Dois bebês morreram e 53 foram hospitalizados após um incidente ocorrido nesta segunda-feira em uma creche ilegal em Jerusalém, que, segundo a mídia local, pode estar relacionado ao sistema de aquecimento do estabelecimento. Entenda: Quase um ano depois, percepção de ameaças sob Trump 2.0 impulsiona 'China first', indica pesquisa Novo eugenismo: Nos EUA e na Europa, governos estimulam natalidade entre nativos e barram imigrantes Uma das vítimas, uma menina, morreu após ser levada ao hospital em "estado crítico", disse Gal Pachis, chefe do centro de emergências do hospital Shaare Zedek. Pouco depois, o hospital Hadassa anunciou a morte de um menino de 6 meses, apesar dos "esforços de reanimação realizados pela equipe médica". Os médicos não especificaram as causas das mortes. Antes dos anúncios, o serviço de emergências de Israel havia informado que paramédicos estavam "proporcionando tratamento médico e evacuando 55 feridos para hospitais da cidade, incluindo dois bebês em estado crítico". Mulher segura seu bebê no local onde um suposto defeito no sistema de aquecimento deixou duas crianças mortas e muitas outras feridas em uma creche em Jerusalém, em 19 de janeiro de 2026 AFP "Os esforços de reanimação continuam e 53 bebês estão sendo submetidos a mais exames e tratamento médico", acrescentou o serviço. A polícia informou que três adultos que estavam na creche foram detidos para interrogatório. Segundo o The Times of Israel, a creche operava sem licença e os investigadores analisam se o incidente está relacionado ao sistema de aquecimento do local. Zalmi Neufeld, de 22 anos, disse à AFP que viu "a equipe de emergência tirando as crianças do prédio". — Vi pais chorando, muitas crianças chorando, crianças por toda a parte — relatou. A creche funciona em um apartamento situado em uma área habitada principalmente por membros da comunidade judaica ultraortodoxa.