Não é só a morte de sua diretora artística , a camaronesa Koyo Kouoh , que assombra a Bienal de Veneza ainda antes de sua abertura, em maio deste ano. Enquanto o time da antiga líder do Zeitz, museu de arte contemporânea africana na Cidade do Cabo , um dos mais ambiciosos e belos espaços daquele continente, trabalha para materializar a sua visão nos endereços principais da mostra italiana, o Arsenale e os Giardini, dirigentes das seleções oficiais de alguns países vêm se digladiando com artistas no momento de orquestrar as suas representações nacionais. Leia mais (01/19/2026 - 13h40)