Olhar para um gráfico de ações depois que ele já subiu é como chegar ao topo de uma montanha de teleférico e acreditar que foi a caminhada que fortaleceu as pernas. A paisagem impressiona, o esforço parece pequeno e a tentação de repetir a experiência é grande. O problema é que, no mercado financeiro, o teleférico não costuma descer no mesmo ritmo que sobe. E quase nunca avisa antes. Leia mais (01/19/2026 - 20h04)