A decisão da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados que aprovou a revogação da Lei da Alienação Parental reacendeu debates sobre proteção infantil, conflitos familiares e o papel das instituições no cuidado. Enquanto o Congresso revisita normas, persiste um problema cotidiano: a distância entre o que se escreve nas sentenças e o que se vive na rotina das famílias. No campo da convivência parental, o papel registra intenções; a vida real, ausências. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.