A morte de Eric Dane, na quinta-feira (19), aos 53 anos, deixou em luto amigos, artistas e admiradores, que o acompanharam nos últimos meses, desde que ele revelou, em 2025, que enfrentava a esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença neurológica degenerativa ainda sem cura. Apesar da luta difícil, a estrela de “Grey’s Anatomy” e “Euphoria” fez questão de deixar conselhos em vida — reflexões que ele próprio aprendeu ao longo da trajetória. Quem é a namorada de Bad Bunny? Gabriela Berlingeri é vista com o cantor em São Paulo Lembra deles no BBB? Veja o antes e depois de todos os 423 participantes que já passaram pelo reality show “Vivam agora, o presente. É difícil, mas aprendi a fazer isso. Por anos, me perdi na minha cabeça, chafurdando em preocupação, autopiedade, vergonha e dúvida. ‘Eu deveria ter feito isso’, ‘eu nunca deveria ter feito isso’. Não mais. Para sobreviver, eu me forcei a estar no presente, mas eu não quero estar mais em lugar nenhum. O passado contém arrependimentos e o futuro permanece desconhecido, então vivam o agora”, recomendou ele em uma entrevista ao documentário “Famous last words”, da Netflix. O ator Eric Dane em 'Grey's Anatomy' Divulgação “Se apaixonem. Não necessariamente por uma pessoa, embora eu também recomende isso. Mas se apaixonem por algo. Encontrem sua paixão, sua alegria, a coisa que vai fazer vocês levantar da cama pela manhã”, disse ele. “Achem algo que anime vocês, seu caminho, propósito, sonho, então vão atrás disso.” Em certo momento, Dane também lembrou da ex-esposa, Rebecca, a quem fez uma declaração de amor: “A gente ainda se ama profundamente, eu só acho que a gente não quer mais viver um com o outro. Mas tem muito amor aí. Eu nunca vou me apaixonar por qualquer mulher como eu me apaixonei pela Rebecca. Ela é a mãe das minhas filhas”. O ator ainda falou sobre a importância dos amigos na vida de uma pessoa. Os amigos, aliás, segundo Dane, foram importantes na fase final de sua vida. “Achem seus amigos e permitam que eles achem vocês, e se deem a eles. Os melhores darão a vocês de volta. Sem julgamento, condições ou perguntas a serem feitas. Eu sou muito grato pela minha família e amigos mais próximos. Todos se colocaram à disposição. Eu não posso fazer nem as menores coisas que eu costumava fazer. Não posso dirigir, ir à academia, ao café, mas aprendi a abraçar alternativas. Meus amigos vêm até mim. Nós comemos juntos, assistimos a um jogo, ouvimos música. Eles não fazem nada de especial, apenas aparecem”, afirmou ele. Initial plugin text