Deputado pede investigação por traição contra ex-príncipe Andrew por suposto vazamento de informações de Jeffrey Epstein; entenda

Um deputado britânico pediu que Andrew Mountbatten-Windsor enfrente uma investigação por traição após alegações de que teria vazado informações governamentais sensíveis a Jeffrey Epstein. Prisão de Andrew: fotógrafo que fez clique de ex-príncipe conta detalhes sobre a imagem que rodou o mundo O ex-ministro conservador Tom Tugendhat afirmou que as supostas ações do ex-príncipe levantam “questões urgentes” sobre influência estrangeira e segurança nacional. — Isto vai além do que um tribunal poderia razoavelmente considerar. O Parlamento deve avaliar o que isto significa para o país. Se o pior for comprovado, precisamos revisitar leis de traição escritas há 700 anos? — declarou ao jornal britânico The Sun. As declarações surgem enquanto buscas policiais na antiga residência de Andrew, o Royal Lodge, em Windsor, entram no quarto dia. A operação teve início após a detenção do ex-príncipe por suspeita de má conduta no exercício de função pública. No sábado, foi divulgado que o rei Charles III não deverá se opor a eventuais planos para remover o irmão da linha de sucessão ao trono. Fontes do Palácio de Buckingham disseram ao jornal The Guardian que o monarca não impediria o Parlamento de aprovar legislação que impeça Andrew de ascender ao trono. Em comunicado ao jornal The Independent, um porta-voz do palácio afirmou que a questão é “um assunto do Parlamento”. A Metropolitan Police Service também realiza “averiguações iniciais” relacionadas a antigos agentes responsáveis pela proteção real de Andrew. Segundo um ex-oficial citado pela rádio LBC, membros da unidade de proteção especializada podem ter “deliberadamente fechado os olhos” durante visitas do ex-príncipe à ilha privada de Epstein. Andrew tem negado repetidamente qualquer irregularidade ou conhecimento de crimes atribuídos a Epstein. Até o momento, não houve acusação formal relacionada às alegações de traição.