“É uma nomeação histórica, atendendo que é a primeira vez que é nomeado um polícia de carreira para as funções de ministro da Administração Interna. Obviamente que o facto de ser um bom diretor nacional não quer dizer que, por inerência, seja um bom ministro”, disse à Lusa o presidente da ANOG - Associação Nacional de Oficiais da Guarda, Tiago Silva Gonçalves, sobre a escolha do diretor da Polícia Judiciária (PJ) para ministro da Administração Interna.