As estatísticas mostram que mais raios têm caído em todo o Brasil. Nos anos 2000, a média anual variava entre 50 milhões e 60 milhões, segundo dados do Laboratório de Eletricidade Atmosférica (Elat), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). De 2010 a 2020, ela passou para a faixa entre 70 milhões e 80 milhões. Em 2021, os raios somaram mais de 154 milhões, depois subiram para 190 milhões em 2022. Mesmo tendo caído para 148 milhões em 2024 (último ano para o qual há dados consolidados), continuam num patamar que coloca o país em décimo lugar no ranking dos mais atingidos por descargas elétricas relativamente à superfície. São evidentes os riscos crescentes para a população diante do aumento na frequência e na intensidade de grandes tempestades, como resultado do aquecimento global. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.